Conhecida como "a grande imitadora", a doença de Addison tem sintomas vagos que podem ser confundidos com outros problemas — e o diagnóstico precoce salva vidas.
A doença de Addison, ou hipoadrenocorticismo, é o oposto do Cushing: as glândulas adrenais produzem cortisol (e muitas vezes aldosterona) de menos. Como esses hormônios regulam metabolismo, estresse e equilíbrio de sais no corpo, a deficiência causa sintomas variados e intermitentes — por isso ela é apelidada de "a grande imitadora".
Os sinais costumam ser inespecíficos e aparecem em "altos e baixos", o que atrasa o diagnóstico. Em alguns casos, o primeiro sinal é uma crise addisoniana — uma emergência com fraqueza intensa que exige atendimento imediato.
A confirmação envolve exames de sangue (incluindo a avaliação de eletrólitos como sódio e potássio) e o teste de estimulação com ACTH, que mede a resposta das adrenais. É um diagnóstico que se beneficia muito do olhar de um endocrinologista.
O tratamento é a reposição dos hormônios em falta, com doses ajustadas periodicamente. Com o manejo correto, o cão leva uma vida normal e saudável.
Se o seu pet tem episódios recorrentes de apatia, vômito ou fraqueza sem causa aparente, procure uma avaliação. Entre em contato para agendar.
Sim. Embora não tenha cura, é totalmente controlável com a reposição hormonal adequada. Com acompanhamento, o cão vive normalmente.
Porque seus sintomas (apatia, vômito, fraqueza) são vagos e parecidos com os de muitas outras doenças, o que dificulta o diagnóstico sem exames hormonais específicos.
É um agravamento súbito e grave, com fraqueza intensa e risco de vida, que exige atendimento veterinário de emergência. Após estabilizar, inicia-se o tratamento de manutenção.
Se você notou algum desses sinais ou tem dúvidas, fale com a Dra. Aline e comece o tratamento o quanto antes.
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