Depois do diagnóstico, a rotina em casa é metade do sucesso do tratamento. Veja os pontos que mais importam.
No cão diabético, a alimentação trabalha em parceria com a insulina. O objetivo é manter a glicose estável e previsível ao longo do dia — e isso depende mais de consistência do que de qualquer "alimento milagroso".
Aplicar a insulina sempre após a refeição, manter exercícios regulares e moderados, e observar sinais de açúcar baixo (fraqueza, tremores) são cuidados que evitam sustos. Mudanças na dieta devem ser conversadas com o veterinário antes.
O ajuste fino da insulina e da dieta é feito com retornos e exames periódicos. Cada cão responde de um jeito — por isso o plano é individual.
Sim, há dietas terapêuticas formuladas para ajudar no controle glicêmico. A indicação é individual e feita pelo veterinário.
Com muita moderação e os do tipo certo. Petiscos açucarados ou ricos em carboidrato atrapalham o controle.
A comida eleva a glicose e a insulina a controla. Por isso refeições e aplicações precisam de horários e quantidades consistentes.
Notou esse sinal no seu pet? Fale com a Dra. Aline e investigue a causa com quem é especialista.
Quero Agendar uma Consulta!